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Palavreado: palavras que se tornam reais pela imaginação!

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agosto 1, 2013

Na terra do ontem

Estavam ambos assentados, um em frente ao outro, encarando cardápios cujos intens, em algum momento quase esquecido, foram seus olhares recíprocos. O estofado das…

julho 31, 2013

Sonho meu tão seu

Sem cores outras, sonhava eu tão somente em preto e branco até que por um súbito encanto seu belo espectro me apareceu Talvez viesse-me…

julho 30, 2013

Versos clorídricos

Ao solicitarem versos de pronto disse que não era esse meu ponto em rimar rapidamente uma farsa, para sorriso de pessoa desdentada. Não as…

julho 28, 2013

Erros perfeitos

Não tive sequer tempo de contar os sobrevoos aquém do meu céu, nos quais sequer havia permissão para com forasteiras asas planar Mas, falta…

julho 25, 2013

Como um comboio agonizante

O piche frio cobre o asfalto sobre o qual eis a cavalgar tropeiros num cubo metálico nos cotidianos de mal-estar Se rude inverno, que…

julho 24, 2013

Se no purgatório, por que o inverno?

Trêmulas mãos gemem-me o bolso! Ah, em tais invernos propícios, empobreceram-nos ricos sonhos: frios demais para serem vividos! Voz amiga, sem quaisquer afonias, gritou-me…

julho 19, 2013

A cismada travessia

Sejam verdadeiras minhas palavras, e real e profunda minha literatura, tornar-me-ei vítima de mim mesmo; Eu assassino, que mata escrevendo. Retirai minha pele de…

julho 14, 2013

Os dois lados da literatura

Em certo momento, sobre você tenho último nojo repugnância pior que fome sobretudo, asco afoito Serve-me este copo pobre com Chopp de lixo escroto…

julho 14, 2013

Eis essa criança que não sou eu

Suas mãos eram pequeninas. Quase não conseguiam abraçar as moedas da esmola recebida. Quando pedia, fazia da maneira como vira seu irmão mais velho…

julho 9, 2013

Poetas não vão para o céu II

Ouviu-se dizer que os poetas não vão para o céu. Talvez seja meu epitáfio, tamanha confusão dos questionamentos díspares que permeiam os sonhos. O…

julho 4, 2013

Soneto ímpio

Eis este ser muito anêmico enferrujado, e até aflito; à sua curvatura eu assisto: para baixo…para cima… Seria esse o tal clima dos povos,…

junho 28, 2013

Diálogos urbanos

Entediado em percorrer sempre o mesmo percurso, todos os dias, ocorreu-me uma solução para o tédio: escutar a conversa alheia. Certamente, não se trata…

junho 24, 2013

Poetas não vão para o céu

Para que sentisse a simplicidade, tive de mastigar complexos sentimentos e intragáveis feridas. E assim, em estado perplexo, veio-me sua imagem bela à minha…

junho 16, 2013

O repetidor

Enquanto escorre a vida, apresso-me na dianteira das cenas vivas, já lidas, ah! repetição costumeira Porém, repetir até convém assim vieram os sorrisos, e…

junho 6, 2013

Soneto de exílio

Se me isolasse de súbito, de tudo, e assim de todos achar-me-ia só, sem luto; sem o sofrimento dos povos Respiraria o ar mais…

junho 2, 2013

Pelo que somos todos réus

Estávamos dançando todos em volta do fogo que arde até que ficamos absortos pelo anúncio doutra morte Boquiabertos, estupefatos demo-nos conta outra vez que…

maio 20, 2013

Delicada Confusão

Ironia da vida, não! poeta medíocre que sou com a pena na mão escrevendo o pulsar do próprio coração ensandecido por pouco um sorriso…

maio 17, 2013

Cara ou coroa

Encontramo-nos nesta sina: os dois lados de uma moeda cuja probabilidade desatina quando você cara, e eu coroa Vil metal que me destrona sempre…

maio 15, 2013

Sentimento vagabundo

Envolvo-me de todo no instante não obstante, acerto o prumo como aquele fumo, fino e tardio têm-se eficácia, preenche o vazio abençoado fogo do…

maio 10, 2013

Atemporal

Em ti, percebo uma junção melancólica de passado e futuro; poderias, por exemplo, ser inspiração para escribas egípcios cautelosos com suas penas e, sobretudo,…

maio 10, 2013

Meu soneto de condenado

Tais os extremos da desavença: o que meu equívoco me provocou, tornando-me sua última pressa, e a urgência que o tempo matou Sua beleza…

abril 29, 2013

Diria eu

Que sacrilégio trouxe teu olhar sobre mim? sonhei com as nuvens, céu azul imenso e acordei na chuva, trovoadas ao relento por demais efêmero…

abril 28, 2013

Existe céu no meu inferno

Seu abraço vem, embaraça, enlaça, e depois me traça delineando uma irmandade que desafia a minha idade Dancemos esta nossa dança bebamos a nossa…

abril 28, 2013

Último grito de desespero

Sento-me, mais uma vez, sozinho; acompanhado apenas pelo papel e pela escrita; empunho uma caneta, não um lápis, sem borracha, afinal não irei pecar,…

abril 24, 2013

Meu soneto invertido, perdido

Quando foi que nos perdemos? E tal tempo será que passou? Quando perdi o nosso tempo?! Agora, com ampulheta vazia, não faz sentido contar…

abril 20, 2013

Para onde você foi?

Triste a tarefa de perder uma mulher. Você ainda nem a ganhou, e lá se vai ela pelos ares; não está mais com você;…

abril 18, 2013

18 de Abril

Certa vez, andando pela rua, em pele nua despertou-me a ideia de que não estou só suscitou-me o sentimento de ser acolhido, abrangido, pelas…

abril 14, 2013

Com uma alavanca, movo seu mundo

Ele falava como um grande, assim, gradioso ele era, vivia liberto das grades por quê? alforria da treva No verão, sol lindo e apino…

abril 14, 2013

Sucessão do tempo?

Pele alguma não se estica alguém portanto está velho mas, as rugas não são vida a vida é o próprio espelho Hoje há o…

abril 14, 2013

Teoria da incerteza

Não existe vida sem perdas e, sem perder, não ganhei! a teoria do inevitável, ah, falha, se sem você ao lado Volto paupérrimo, e…

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